O número de jovem que vem aderindo ao vegetarianismo vem crescendo ao longo dos anos. Entretanto, a retirada da carne da alimentação gera ainda grandes discussões entre nutricionistas e adeptos tanto ao vegetarianismo quanto ao consumo da carne. A questão que será aqui posta é: afinal, comer carne faz mal?
O consumo da carne remota aos primórdios da existência humana. O homem cavernal caçava seu alimento; naturalmente falamos de uma época onde a questão hierárquica comandava o planeta. Tudo se baseava em matar ou ser morto. Certamente que homem algum pensava em ter compaixão dos animais, melhor dizendo, das suas presas!
Contudo, os tempos mudaram. O homem evoluiu, civilizou-se, construiu sua própria sociedade onde reina temas controversos como esses, e onde tais temas são resolvidos ou refutados a partir da Ciência. E o que a Ciência tem a dizer acerca do consumo da carne?
Nutricionistas afirmam que o consumo da carne em si não trás benefício ou malefício algum (isto, note-se, em consumo moderado). Ao contrário do que muitos adeptos ao consumo da carne possam dizer, as proteínas e vitaminas contidas na carne – e essas sim, imprescindíveis na alimentação – podem ser substituídas por alimentos do reino vegetal. Logo, a ingestão da carne pode ser evitada com facilidade e com segurança, desde que o consumidor tenha consciência de intercalar as proteínas certas em sua dieta.
Também é importante ressaltar que uma dieta vegetariana coerente reduz a probabilidade de o indivíduo vir a sofrer de uma doença crónica degenerativa. O que não acontece numa dieta carnívora. Indivíduos adeptos a essa última têm maior possibilidade de sofrer pressão alta, velhice precoce, obesidade, entre outros.
Dito o lado científico do assunto, passaremos então brevemente a um tópico ainda mais controverso, que é o abatimento dos animais.
Muitos vegetarianos tornam-se adeptos ao estilo de vida por compaixão aos animais. Sabe-se que animais como porcos, frangos, bois (…), são alimentados com rações que aceleram seu crescimento, são mantidos em ambientes pouco favoráveis, para que, ao chegar a hora, cada qual seja brutalmente morto nos abatedouros. O tratamento aos animais nessa altura é desumano; e grande parte dos vegetarianos afirma que essa violência gratuita é desnecessária, sendo que a carne não é fundamental na alimentação.
Cabe a cada um decidir respeitar (ou não) outros seres vivos. Assim como cabe a cada um escolher a dieta mais adequada para o seu estilo de vida, presente ou vindouro.
Concluo dizendo que, entretanto, a dieta vegetariana é mais saudável e isto é hoje comprovado cientificamente. Todavia, aderir radicalmente a esse método de vida sem o cuidado de substituir as proteínas contidas na carne animal é insensato e irresponsável. O equilíbrio é tudo. Somos o que comemos, e antes de tudo, nossa mente e nosso corpo devem estar em perfeita harmonia.
O consumo da carne remota aos primórdios da existência humana. O homem cavernal caçava seu alimento; naturalmente falamos de uma época onde a questão hierárquica comandava o planeta. Tudo se baseava em matar ou ser morto. Certamente que homem algum pensava em ter compaixão dos animais, melhor dizendo, das suas presas!
Contudo, os tempos mudaram. O homem evoluiu, civilizou-se, construiu sua própria sociedade onde reina temas controversos como esses, e onde tais temas são resolvidos ou refutados a partir da Ciência. E o que a Ciência tem a dizer acerca do consumo da carne?
Nutricionistas afirmam que o consumo da carne em si não trás benefício ou malefício algum (isto, note-se, em consumo moderado). Ao contrário do que muitos adeptos ao consumo da carne possam dizer, as proteínas e vitaminas contidas na carne – e essas sim, imprescindíveis na alimentação – podem ser substituídas por alimentos do reino vegetal. Logo, a ingestão da carne pode ser evitada com facilidade e com segurança, desde que o consumidor tenha consciência de intercalar as proteínas certas em sua dieta.
Também é importante ressaltar que uma dieta vegetariana coerente reduz a probabilidade de o indivíduo vir a sofrer de uma doença crónica degenerativa. O que não acontece numa dieta carnívora. Indivíduos adeptos a essa última têm maior possibilidade de sofrer pressão alta, velhice precoce, obesidade, entre outros.
Dito o lado científico do assunto, passaremos então brevemente a um tópico ainda mais controverso, que é o abatimento dos animais.
Muitos vegetarianos tornam-se adeptos ao estilo de vida por compaixão aos animais. Sabe-se que animais como porcos, frangos, bois (…), são alimentados com rações que aceleram seu crescimento, são mantidos em ambientes pouco favoráveis, para que, ao chegar a hora, cada qual seja brutalmente morto nos abatedouros. O tratamento aos animais nessa altura é desumano; e grande parte dos vegetarianos afirma que essa violência gratuita é desnecessária, sendo que a carne não é fundamental na alimentação.
Cabe a cada um decidir respeitar (ou não) outros seres vivos. Assim como cabe a cada um escolher a dieta mais adequada para o seu estilo de vida, presente ou vindouro.
Concluo dizendo que, entretanto, a dieta vegetariana é mais saudável e isto é hoje comprovado cientificamente. Todavia, aderir radicalmente a esse método de vida sem o cuidado de substituir as proteínas contidas na carne animal é insensato e irresponsável. O equilíbrio é tudo. Somos o que comemos, e antes de tudo, nossa mente e nosso corpo devem estar em perfeita harmonia.
1 comentários:
Deeply affected by ur writing.Indeed we r what we eat :)
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